Lançamento do disco “Ilusão” dos Artigo 21 no RCA Club com a presença dos Sujeitos do Costume e To All My Friends

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Fotografias de Andreia Vidal

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Sons D’Cave abrem a porta para – Um Corpo Estranho

Deixem-me que começe por descrever a banda com a seguinte descrição, rapinada da página dos Um Corpo Estranho.

substância imaterial, metamorfose de uma melancolia anunciada como um shot tequilliano de luxúria contra uma sede insaciável de amor puro.

Penso que esta será a melhor introdução possível para os dar a conhecer.

Esperamos que gostem!

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Fotografia Rui David

Dois anos após o lançamento de Pulso, a dupla Setubalense composta por Pedro Franco e João Mota, Um Corpo Estranho, está de volta com disco novo em 2019.

Homem Delírio, a editar pela Malafamado Records com o apoio da Fundação GDA, tem data de lançamento prevista para dia 22 de Março e conta com a participação de Sérgio Mendes (produção e guitarra, elemento já frequente nos arranjos da banda), Celina da Piedade (acordeão) e Paulo Cavaco (piano) como músicos convidados.

Homem-Delírio é o 3º disco de canções de Um Corpo Estranho, 6º no percurso total do duo, que conta já, também, com três bandas sonoras para os bailados, A velha Ampulheta, Qarib e A Almofada da Paula, este último baseado na obra da pintora Paula Rego.

Neste novo registo o duo explora um universo mais introspectivo e intimista, apoiando-se numa poética inspirada no surrealismo e no teatro do absurdo, envolvendo os oito temas que o compõem em camadas ambientais mais densas que nos discos anteriores. Homem-Delírio é, segundo a banda, um disco de ruptura com os universos dos discos anteriores, uma viragem necessária na sonoridade que tem vindo a caracterizar o projecto, ao mesmo tempo que assume uma aproximação ao lado mais ambiental que a dupla tem vindo a explorar nas composições para bailado, num assumido namoro ao terreno das artes plásticas e performativas.

“O Estrangeiro”, primeiro single libertado pela dupla, já pode ser visto e ouvido nas plataformas digitais e contou com a realização de António Aleixo e produção da GARAGEM e Souza Fimes.

Finalistas do Prémio José Afonso em 2015, escrevem em conjunto canções em português e têm vindo a compor para curtas metragens e peças de dança/ teatro físico.

Após dois discos, De Não Ter Tempo (2014) que conta com a participação de Celina da Piedade e inclui uma versão de um tema de Madredeus (acreditado por Pedro Ayres Magalhães) e Pulso (2016), considerado por alguma imprensa especializada como um dos melhores discos nacionais do ano (Santos da Casa RUC, Certeza da Música, No Sólo Fado), os Um Corpo Estranho voltam em 2019 com um terceiro disco de canções originais.

Rita Melo foi a artista plástica responsável pela parte visual de Homem Delírio, cujo universo muito próprio casou na perfeição com a sonoridade deste novo trabalho. Rita Melo está representada em várias colecções públicas e privadas, expõe individual e colectivamente desde 2004 e tem representado Portugal internacionalmente em diversos projectos.

A apresentação ao vivo, marcada para dia 11 de Maio, no Teatro São João em Palmela, vai ao encontro deste contexto cénico em que a banda se baseou na composição, através de um espectáculo de dança/teatro físico com encenação e interpretação de Ricardo Mondim, bem como de Pedro Franco e João Mota, os elementos que compõem o duo.

 

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Apresentação do novo album de Equaleft com Sotz, Web e Analepsy no Hard Club – Porto

 

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Fotografias de Luis Azevedo

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Frank Turner: Próxima paragem? Portugal

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Após mais de 45 países percorridos ao longo de 14 anos de carreira, o músico e compositor Frank Turner prepara-se para uma nova viagem. Março é o mês que assinala a sua estreia em solo nacional, em formato acústico, com duas datas intimistas em Lisboa (MusicBox), no dia 8 de Março, e no Porto (Hard Club), no dia 9.

É ainda na Cidade Invicta que haverá, ao longo da tarde que antecede o concerto, um evento de entrada livre para todos os fãs de Frank, no Apuro Vegan Bar, a partir das 14 horas. A preparação do concerto do Hard Club celebra-se com cocktails inspirados no último álbum do artista, Be More Kind, e conta também com música ao vivo do seu conterrâneo, Ash Lewis.

Considerado um dos artistas britânicos mais bem sucedidos da última década e uma referência no estilo folk-punk, Frank sobe aos palcos portugueses pela primeira vez após uma digressão mundial com a sua banda, The Sleeping Souls. Embora a solo, Frank promete não esquecer a sua missão em palco: quebrar qualquer barreira com o público, envolvendo todos nas suas melodias, compiladas em sete álbuns de estúdio.

Ambas as datas, que contam com o apoio da Antena 3, terão o suporte de We Bless This Mess (Nelson Graf Reis)  e Ducking Punches (Dan Allen), que se apresentam também em formato acústico.

Fonte: Oh Lee Music

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Outeiro Metal Fest 2019 – Galegos Pneura reforçam o cartaz

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Há mais um nome confirmado para o Outeiro Metal Fest 2019, evento que regressa a Outeiro Seco, localidade nos arredores da cidade de Chaves. Desta feita o destaque recai nos Pneura, uma banda natural da cidade vizinha de Verín. Desta forma, o festival celebra os laços históricos entre as duas cidades, que de resto formam a denominada Eurocidade Chaves-Verín.

Com um som alicerçado numa combinação de Crust Punk e Death Metal, o duo galego chega ao Outeiro Metal Fest com uma demo editada em 2018 e com muchas ganas de deixar a plateia em autêntico alvoroço e surpreender aqueles que ainda não conhecem a qualidade da sua música.

Os Pneura juntam-se assim a um cartaz que já conta com Gaerea (PT), Systemik Viølence (PT) e Perpetual (ES), num alinhamento que aposta em oferecer novas correntes de música extrema ao norte interior do país.

Outeiro Metal Fest 2019 celebra-se nos dias 13 e 14 de Setembro, com entrada totalmente livre. Ao longo das próximas semanas serão reveladas mais novidades para o cartaz.

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Sons D’Cave abrem a porta para–COSMIC MASS

Qualquer dia é bom para trazer novidades ao Cave, agora imaginem os tempos psicadélicos dos anos 60, um stoner rock, boa vive, paz e amor e muito boa música. É nisso que apostam os Cosmic Mass, um quarteto de Aveiro cujo disco de estreia tem previsão para o primeiro mês de Março e que vieram para ficar.

Enjoy!

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Jubilee Street (Marcelo Baptista).

O disco de estreia dos Cosmic Mass tem lançamento previsto para 1 de Março, numa odisseia vibrante para tod@s @s fãs de rock.

Com a bagagem cheia de fuzz e riffs que te expropriam os ouvidos, os Cosmic Mass são a resposta da Beira Litoral à mais recente onda psych-garage que tantos discos nos tem dado nos últimos tempos.

Juntos que nem colegas de carteira, André Guimas, Miguel Menano, Pedro Teixeira e António Ventura chegam com Vice Blooms, disco de estreia que peca pela maturidade que descreve a criatividade rock n’roll de um projecto embrionário.

Há garantia de um concerto frenético, o quarteto aveirense é capaz de converter as vibrações do palco em energia renovável em apenas 40 minutos de rock sem prefixo. Dos King Gizzard & The Lizard Wizard aos Oh Sees, e com toques de Syd Barrett a camuflar o psicadelismo na fauna do garage-rock, isto são malhas de te fazer crescer a barba com a aura pop típica dos anúncios da TV. Resumindo: um mimo de rock!

I’ve Become the Sun” é a música com a qual os Cosmic Mass se dão a conhecer ao mundo e percebe-se porquê. Rápido, cheio de energia e viciante, este hino àquele momento da noite de adrenalina e peito feito em que uma pessoa se sente invencível e o maior do mundo, é uma perfeita amostra daquilo que a banda é e tem para oferecer.

Com isto, deixaram os Cosmic Mass encarregues de fazer o seu próprio videoclip. O que acontece quando se dá uma câmara a quatro gajos com mentalidade de criança? Em “I’ve Become the Sun” vê-se a banda a interpretar da forma mais literal possível a letra da canção num videoclip que promete mostrar os Cosmic Mass da forma mais Cosmic Mass possível.

Tour:
2 de Março, Porto, Barracuda
15 de Março, Estarreja, Kola Moka
22 de Março, Esmoriz, Uncle Joe’s Bar
4 de Abril, Aveiro, GRETUA
10 de Maio, Évora, She
11 de Maio, Figueira da Foz, DRAC
13 de Julho, Ponte de Lima, Ecos do Lima

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Raio-XIS visita em pormenor The Void

O consultório de hoje trás da Póvoa do Varzim uma banda de 2016, mas com a experiência de 20 anos, os The Void apresentam-se e respondem ao nosso questionário!

Esperamos que gostem!

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1. Qual o vosso percurso musical?

The Void: O Sérgio Teixeira, o Ricardo Teixeira como o Paulo Brandão vieram de outro projecto chamado Unless e amizades de mais de vinte anos. A Vanessa Fangueiro vem de um projecto chamado Burro de Barro. Em boa hora juntos desde Outubro de 2016.

2. Como caracterizam o vosso projecto?

The Void: num contexto de revivalismo, experiências sonoras, com vincos de garage rock, punk, psicadelismos e cheiro a jazz, mescla com uma lufada de ar fresco. Do mais tranquilo ao mais estridente.

3. Referências do mundo da música?

Vanessa: Led Zepplin, Amália rodrigues, Xutos e Pontapés. Paulo: The Cure, The Cult e U2. Ricardo: Dire Straits, Rolling Stones, David Bowie. Sérgio: Metallica, GNR e Mão Morta.

4. Quais são os vossos filmes/livros favoritos?

The Void: filmes: A Outra Face, Ghost (O Espírito do Amor), Profissão Duro, 007 : James Bond e Braveheart. Livros: E o Vento Levou, A Cabana, Homo Deus e A Rapariga no Comboio.

5. O que vos encanta no mundo enquanto artistas?

The Void: Como artistas o que mais nos encanta é a diversidade cultural.

6.Se a vossa música pudesse mudar alguma coisa na mentalidade das pessoas o que gostariam que fosse?

The Void: quando estamos a fazer musica não pensamos em mudar a mentalidade de ninguém, mas sim se a nossa música fizer alguém feliz e ajudar a ultrapassar as dificuldades do dia-a-dia. Como artistas sentimos-nos orgulhosos e com vontade de criar cada vez mais.

7. Onde gostariam de tocar ao vivo?

The Void: Rock em Rio Brasil, Festival de Glastonbury (Inglaterra) e Coachella (EUA)

8. Quais os vossos projectos para o futuro?

The Void: A nível de projectos continuar com os THE VOID lançando singles, álbuns e continuar a fazer concertos a nível Nacional e Estrangeiro.

9. Descrevam-se numa palavra

The Void: Determinados. Porque nós nos dedicamos todos os dias para atingir os nossos objectivos. Podemos cair algumas vezes, mas nos levantamos e continuamos.

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