SWR Barroselas XXI – Dia 1

STEEL WARRIOR’S  REBELLION XXI 26.04.2018/29.04.2018

Dia 1

O primeiro dia oficial da edição de 2018 do SWR começou com as sonoridades “Doom” do duo OAK. O recém-formado colectivo (com elementos dos GAEREA) trilha entre o “Funeral Doom “ e um “proto Death/ Black Metal”, conseguindo ser menos monótono que muitas bandas do género com bem mais “rodagem”.

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OAK

Contraste absoluto com o “Slam/ Brutal Death Metal” dos PLACENTA POWERFIST, que utilizaram todos os clichês do género, situação agravada pelo “trigger” de bombo, que abafou diversas vezes o instrumental dos germânicos.

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Placenta Powerfist

Se um dia se instituírem os prémios para maior nº de participações e cancelamentos do SWR, os americanos SOURVEIN serão fortes candidatos. Devido a esse cancelamento, as actuações no palco LOUD! Dungeon sofreram alterações, tendo calhado aos FIREBREATHER abrirem as hostilidades. Com um som mais cheio, só faltou mesmo aos suecos um alinhamento diferente do dia anterior. Mais descontraídos (“one last song for you guys, smoke them if you got’em”), o trio conseguiu agarrar o público durante os 4 temas do seu (curto) “set”.

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Firebreather

Regresso às sonoridades mais “brutais” com os VULVODYNIA no palco “Warriors Abyss”. O Sexteto Sul-Africano bem que puxou pelo público (recorrendo inclusive a algum vernáculo na língua de Camões) mas não deixou de transparecer alguma previsibilidade na sua abordagem mais “Core” ao “Slam/ Brutal Death Metal”. O nosso destaque vai para o trabalho de bateria do convidado Thomas Hughes e para o tema final “Drowned in Vomit”.

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Vulvodynia

O retorno ao “Doom” no palco “LOUD! Dungeon” pela mão dos DÉPARTE foi algo agridoce: por um lado o “Post Black Metal” do quarteto Australiano conseguiu criar uma atmosfera sonora verdadeiramente opressiva, por outro o curto set (relembre-se que a banda conta com o longa duração “Failure, Subside” de 2016 como única peça discográfica) revelou alguma linearidade nas composições da banda. Instrumentalmente a banda cumpre, sendo que o “calcanhar de Aquiles”  mais evidente acaba por ser a voz. O registo “limpo” resulta bem no colectivo mas a voz mais agressiva é demasiado genérica (na tonalidade e colocação) para que a banda consiga-se destacar das inúmeras propostas similares actualmente existentes.

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Départe

Um dos nomes mais conhecidos do primeiro dia e injustamente sempre parte da “segunda liga” no que diz respeito a nomes ligados ao “Black Metal”, os Italianos MORTUARY DRAPE podem ser até determinado ponto considerados um segredo bem guardado do “Underground”.  É praticamente impossível deixar de sentir um pouco de “injustiça cósmica” quando se pensa na exposição que a banda tem tido ao longo dos seus 32 anos de carreira e se ouve (e sente) temas como “Necromaniac” (logo a abrir), “Mortuary Drape”, “Dreadful Discovery”, “Tregenda”, “Pentagram” eté ao fim com “Abbot” foram 45 minutos de “Death/ Black Metal” daquele que faz crescer pelos no peito. E ainda que a prestação do quinteto não tenha sido isenta de falhas, são os temas da banda (e um som praticamente imaculado com as guitarras sempre no topo) que tomam o protagonismo. Talvez tenha sempre faltado uma editora que garantisse a qualidade e exposição do trabalho em álbum, ou talvez seja apenas a abordagem mais “Death” ao “Black Metal” que não seja de facto dada a popularidades pontuais. De qualquer das formas, por certo que os Italianos continuarão a trilhar o seu próprio caminho.

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Mortuary Drape

Aproveitamos o concerto dos Dinamarqueses HEXIS para repor energias e nos prepararmos (fisica e mentalmente) para o que ainda estava por vir: e é importante fazer aqui uma salvaguarda, antes de continuar o “report”: este escriba esperou 25 anos pelo momento que se seguiu e sinceramente nunca pensou que tal fosse possível, especialmente em território nacional: o retorno aos palcos dos Checos MASTER’S HAMMER.

 

“Close your eyes and ears for a moment. We are not here. We are just checking the sound.” – Fizemos como o SR. Franta Storm disse e acordámos algures num limbo entre 1991 (data do  álbum de estreia “Ritual”) e a actualidade (o recém lançado “Fascinator”). Pelo meio, mais do que se esperava: os temas da primeira fase da banda (“Mezi kopci cesta je klikatá…” (logo a começar), “Věčný návrat”, “Géniové”, “Černá svatozář” e o final com “Jáma pekel”) com pequenas modificações que em nada desvirtuam os originais, casam perfeitamente com os temas desta nova encarnação (de relembrar que a banda conta com 5 álbuns desde 2009, ainda que o destaque tenha sido dado aos temas de “Fascinator”: “Fascinator”, “Psychoparasit”, “Estetika ďábla” (“we have a very bad taste: we enjoy the aestetics of the devil… what about you?”) “Ve věži ticha”, “Linkola”, “Odliv mozků” e a recuperação do tema título do álbum de 2012 “Vracejte konve na místo”) . Ao vivo, a banda  consegue transmitir toda a esquizofrenia que é inerente ao seu trabalho de estúdio.  Pena que de facto o grande problema de uma banda atingir o estatuto de “culto” é ser desconhecida da maioria do público. Aquilo que tínhamos reparado na actuação dos italianos MORTUARY DRAPE manteve-se com os checos: a sensação de que muito do público não sabia o que é que estava a ver…

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Master’s Hammer

Coincidencia ou não,  o dia 1 do SWR assumiu contornos de “testament of rightiousness”, já que deu oportunidade a bandas que por um motivo ou outro nunca conseguiram “dar o salto” para níveis mais altos de popularidade. Os EXORDER são outro desses casos: tendo nos seminais álbuns “Slaughter in the Vatican” e “The Law” (de 1990 e 1992) quase a seu cargo a criação de um “Thrash Metal” injectado de um certo “Groove” (não “pescado” directamente do “Hardcore”, como no caso dos D.R.I. ou os primeiros anos dos CORROSION OF CONFORMITY), do qual seriam os PANTERA o expoente máximo. No Palco do SWR Arena, “Death in Vain” e “Homicide” deram o ponto de partida para a actuação do renovado quinteto, ainda que com som algo confuso: alguns problemas na bateria e as guitarras demasiado agudas, que causaram algum “tempo morto” (tempo para um mini-solo do guitarrista Marzi). Não que isso tivesse de alguma forma prejudicado a entrega com que Kyle Thomas e Cia. se apresentaram no SWR: naquela que é a quinta re-encarnação da banda (mérito ao guitarrista Vinnie LaBella como o vocalista dos americanos referiu) e a estreia em território nacional, os americanos mostraram que temas como “Legions of Death” (da “Demo-tape” de 1986 “Get Rude”), “The Law”, “Slaughter in the Vatican” e “Desecrator” (a fechar) resistiram bem ao teste do tempo. Aguarda-se com alguma curiosidade o que a banda produzirá em termos de músicas novas.

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Exorder

Já também com um estatuto de culto no “Underground”, os Noruegueses OBLITERATION mostraram no palco “LOUD! Dungeon” o seu “Death Metal” versão “Old School”. Sem grandes floreados técnicos, aquilo que o quarteto apresenta remete-nos para os primórdios do estilo (pense-se em REPUGNANT, AUTOPSY, os primeiros álbuns de MORBID ANGEL ou mesmo na cadência de uns BOLT THROWER), onde as fronteiras entre o “Thrash”, “Black” e “Death Metal” se tornam algo difusas.

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Obliteration

A fechar os concertos do palco “Warrior’s Abyss”, o norueguês MORTIIS acabou por ser a desilusão da XXI edição do SWR: a reinterpretação do álbum de 1995 “Ånden som gjorde opprør” soou datada (em termos da simplicidade das orquestrações e dos próprios sons de teclado) e tornou-se aborrecida. Mais do que pelo concerto em si, valeu pelo momento histórico.

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Mortiis

O final do primeiro dia oficial fez-se na SWR Arena, com dois nomes portugueses: primeiro os PESTIFER, que assinaram um concerto quase perfeito, entre os excelentes temas do álbum “EXECRATION DIATRIBES”. Coesos em palco, já “mereciam” um “slot” num dos palcos interiores; depois os recém-formados AXIA (que reúne elementos de bandas como HOLOCAUSTO CANIBAL, COLOSSO e GRUNT entre outros inúmeros projectos), mas o cansaço levou a melhor sobre este escriba.

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Pestifer

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Fotos e Texto de Sethlam Waltheer

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Louder Than All II – Foto-report

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Fotografia por Jorge Pereira

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SWR Barroselas XXI – Dia 0

STEEL WARRIOR’S  REBELLION XXI 26.04.2018/29.04.2018

Dia 0

Tendo Portugal ficado de fora da edição de 2018 da “W:O:A Metal Battle ” (devido ao elevado numero de países participantes, há actualmente um sistema de rotatividade), o Dia Zero do SWR deste ano deu-nos uma amostra de sonoridades mais afastadas do metal, ainda que todas com o seu quão de peso.

Honras de abertura da SWR Arena para o duo experimentalista PAISIEL. E ainda que a primeira ideia que nos venha à cabeça quando ouvimos na mesma frase “saxofone e experimentalismo” seja imaginar logo os devaneios do Sr. Jon Zorn, o que o colectivo luso-germânico apresentou ao vivo foi mais uma viagem sonora por entre o experimentalismo ritualista (pense-se em “Drone”), onde o saxofone de Julius Gabriel é “apenas” a fonte que alimenta as diversas texturas ambientais e a percussão do baterista João Pais Filipe dá a cadência rítmica que nos suporta nesta viagem exploratória.

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PAISIEL

Seguiram-se os Suecos WE DREAM ALONE, a promoverem o recentemente lançado 3º álbum, “Aether”. Praticantes de “New Wave of Gotenburg Metal”, nota-se no sexteto uma urgência em fugir à previsibilidade do filão “Post Hardcore”. Por vezes a tentativa é bem-sucedida (como em “Celestial” e “Happiness”), indo beber a sonoridades mais próximas do “Shoegaze” ou de algum “Black Metal” nórdico, que afastam a banda das suas congéneres focadas apenas em “break downs”. Coesos em palco e comunicativos com o público (um dos guitarristas desceu do palco no tema final “Clad in Black”), os jovens suecos deixaram uma impressão positiva.

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We Dream Alone

Proposta mais tradicionalista, o “Stoner/Doom Metal “ dos também suecos FIREBREATHER. Se os HIGH ON FIRE têm sido apontados como uma das influências da parte mais “Stoner” do trio de Gutenburgo, é exactamente pela costela Matt Pike e os dos seus SLEEP. Para nós, os temas do autointitulado álbum de estreia remeteram-nos para os tempos em que os CORROSION OF CONFORMITY “descobriram” os BLACK SABBATH. Numa actuação que acabou por parecer curta, destaque para os temas a meio do set: “The Ice Lord” e “Fire Foretold”.

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Firebreather

E do “tradicionalismo” para o “experimentalismo” ou, no caso da actuação dos PUTAS BÊBADAS para o caos em forma de quarteto. Aquilo que à primeira vista parece ser uma banda de “Surf Rock”, refevela-se como Punk Rock. Dissonante, experimentalista ou simplesmente mau, cabe a cada um avaliar.

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Putas Bebadas

 

O final da noite Zero do SWR fez-se de ritmos mais dançáveis, com o projecto GOST. Partindo de um conceito (em termos de apresentação, referencias visuais e génese do próprio projecto) que tem mais em comum com o Black Metal do que propriamente com o grosso da musica electrónica, o Norte-Americano Baalberith dividiu-se entre os sintetizadores, a guitarra elétrica e os passos de dança, conseguindo puxar pelo público da SWR Arena bem mais do que algumas bandas de Metal. Musicalmente a referência mais imediata será a do francês James Kent (PERTURBATOR) e não deixa de ser curioso a forma como o Metal e a Electrónica vão cruzando caminhos de forma cada vez mais frequente.

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Gost

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Texto e Fotos de Sethlam Waltheer

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Os Suecos BULLET em Portugal no RCA Club

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Os suecos BULLET regressam a Portugal com novo trabalho na bagagem e claro muito heavy metal e rock´n´roll. Se existe concerto onde podemos dar a garantia de que vão fazer headbang, é este!

Ainda para mais quando a estes se juntam os SCREAMER uma das propostas mais entusiasmantes desta nova vaga de heavy metal escandinavo. O aquecimento é feito num registo mais melódico com os REXORIA, banda sueca de metal sinfónico onde se destaca o poder vocal da vocalista!

Bilhete no dia e no local do concerto – 20€
Bilhetes já disponíveis online!
https://www.ticketea.com/entradas-concierto-bulletscreamerrexoriarcaclub/

Fonte: Amazing Events

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Reef lançam “Revelation”

Reef Revelation

Revelation” é o título do novo trabalho dos Reef, que será lançado amanhã em CD, LP, download & stream.
Este é o primeiro álbum de estúdio desde “Getaway”, de 2000, e é o primeiro com o novo guitarrista Jesse Wood e o também primeiro com o selo da earMUSIC. “Revelation” foi gravado na Irlanda e foi produzido pelo colaborador de longa data George Drakoulias (The Black Crowes, Primal Scream, Tom Petty e The Heartbreakers).

O álbum inclui um vocal convidado de Sheryl Crow no single “My Sweet Love”

“Não queríamos apenas fazer um bom disco, queríamos fazer um óptimo disco”

 diz o vocalista dos Reef, Gary Stringer, acerca de “Revelation”.

“Estivemos 2 anos e meio a compor, e depois testamos na estrada quando estavamos em tour. Tocávamos quatro ou cinco novas músicas todas as noites e observando a reacção do público com muita atenção. Se os olhos deles brilhavam ou se iam para o bar, nesse caso deixávamos cair! Mas se uma música os envolvesse – uma melodia que gostassem, um riff de guitarra – então isso era o verdadeiro indicador de que estavamos no caminho certo. Espero que isso tenha ajudado a tornar o álbum tão forte quanto é.”

“Gravar na Irlanda foi realmente especial”, acrescenta o guitarrista Jesse Wood. “Sempre foi um lugar mágico para mim e passamos algumas ótimas semanas lá com o George. Eu já não posso esperar para fazer o próximo álbum! ”

‘Revelation’ – track list:
1. Revelation
2. My Sweet Love (featuring Sheryl Crow)
3. Provide
4. How I Got Over
5. Don’t Go Changing Your Mind
6. Precious Metal
7. Just Feel Love
8. Ball And Chain
9. First Mistake
10. Darling Be Home Soon
11. Lone Rider
12. Like A Ship (Without

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SARGENTO ESTREIA-SE AO RITMO DAS ESTRELAS

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Sob o nome de Sargento surgiu um dos projetos mais intrigantes da atual cena musical portuguesa.
Com o single “Only The Stars Know” surpreendeu tudo e todos, conquistando com a voz sedutora e pelo misticismo em torno da sua identidade.

Hoje não só sabemos que Sargento é, afinal, o novo projeto de Bruno Campos, músico e cantor português, fundador da banda Tiro no Escuro, com mais de uma década de carreira, como temos acesso ao videoclipe oficial do primeiro single.

E, a partir de agora, temos mais uma novidade: o álbum que marca a estreia a solo de Sargento, editado pela Music For All. Intitulado “Only The Stars Know” esta é uma viagem por uma realidade revivalista do glamour e do cavalheirismo sempre com o Blues, o Pop e o Rock de fundo.

Fonte: Music For All

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Woodrock Festival: Cartaz encerrado, alinhamento por dias e valor dos bilhetes pontuais

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Woodrock não poderia ficar de fora, quando uma das mais icónicas bandas portuguesas, volta à estrada.

Assim sendo, é com o maior prazer que anunciam que os CAPITÃO FANTASMA estarão presentes na 6ªedição do Woodrock, para celebrarmos juntos, a tour dos 30 anos. Da Escócia teremos os THE COSMIC DEAD, banda que dará, seguramente, um dos concertos do festival. A eles juntam-se os promissores projectos portugueses HEAVY CROSS OF FLOWERS e COSMIC MASS.

Os passes gerais mantém até ao festival o valor de 24 euros e podem ser adquiridos nos locais habituais.

O valor dos bilhetes pontuais é o seguinte:

Quinta-Feira,19 de Julho – 8€
Sexta Feira,20 de Julho – 13€
Sábado,21 de Julho – 13€

Apenas os passes gerais garantem o acesso gratuito ao parque de Campismo de Quiaios. Veículos que entrem dentro do parque de campismo (incluindo autocaravanas) têm um desconto sobre o preço de tabela, pagando um valor fixo de 2,50 euros por dia.

A NOSSA PRAIA É O ROCK!!!!

Fonte: Woodrock Festival

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