Sons D’Cave abrem a porta para – Uivo Bastardo

Hoje abrimos as portas da Cave, para os lados de Lisboa e trazemos Uivo Bastardo. A banda lançou agora o seu disco de estreia, Clepsydra, pela editora Ethereal Sound Works, e não podíamos deixar a data passar em branco.

Como sempre a apresentação fica a cargo da banda. Nós deixamos aqui os nossos votos de muito e longo sucesso.

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Uivo Bastardo é o culminar de uma antiga idealização que só encontra a sua verdadeira expressão em finais de 2017, altura que se dá a união de esforços entre Hélder Raposo e André Louro (ambos ex-Kronos) e David Jerónimo (Concealment).

As ideias e as estruturas embrionárias que existiam encontraram terreno fértil no trabalho de produção de David Jerónimo que desde cedo assumiu também o papel de baterista, ajudando assim a forjar uma sonoridade intensa, orgânica e visceral.

A porosidade estilística em que a mesma se alicerça situa o som de Uivo Bastardo nas franjas do largo espectro do rock pesado e do metal, com apontamentos de roupagem electrónica e industrial e sempre vociferado em português. Em termos líricos o imaginário inscreve-se num registo de pessimismo existencial. Desencanto e misantropia são as coordenadas poéticas que dão combustível ao que é expelido com urgência.

A construção sonora dá-se durante 2018, período em que todos os temas foram produzidos, gravados e misturados no MalwareSoundStudios. Os baixos foram gravados por Dikk (ex-Witchbreed, The Bateleurs) e as guitarras por Miguel Camilo (MCSoundStudios).

Numa fase posterior à gravação, juntaram-se a Hélder Raposo (voz), André Louro (teclados e programações) e David Jerónimo (bateria), os músicos Paulo Bretão (Collapse of Light) no baixo e João Tiago (Sunone) na guitarra. A masterização foi assegurada por Miguel Camilo no MCSoundStudios.

No início de 2019, a banda assinou contrato com a Etherealsoundworks para a edição do seu disco de estreia – Clepsydra -, cujo lançamento ocorreu a 13 de Maio de 2019.

Daí se construirá um percurso focado na disseminação dos ecos de um uivo que trilha agora um caminho que não se quer órfão, mas sim partilhado com todos aqueles que o saibam integrar e sentir.

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