Black yet Full of Stars [ Review]

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Os “Black yet Full of Stars” apresentam-nos o seu álbum homónimo, um trabalho algo singular nos tempos modernos. Chega-nos um mundo fantástico onde o metal se serve dum impiedoso universo orquestral para vaguear um tenebroso palco de tormentas e fantasia assombrosa. A mistura passa a simples junção de heavy\power com clássica, denotam-se os cuidados de composição exaustiva entre as guitarras rasgadas e cunhadas de violência distorcida e os violinos saudosos, que nos transportam para um cenário de batalhas épicas e guerreiros a cavalo empunhando machados e armaduras brilhantes.

Clássico em todos os aspetos, sem cair no exagero que seria se esperar da junção de todos os elementos que a banda utiliza para contar as suas historias, através duma voz imponente e com um enorme sentido de responsabilidade em relação ao restante e complexo instrumental, unido por um som de bateria bastante adequado e sóbrio que pauta eximiamente as várias nuances de cada riff e momentos. A sonoridade do álbum, em geral,  não apresenta grandes mutações no decurso dos oito temas, o que lhe confere uma coerência precisa e consagradora de quem sabe o que está a fazer, e de quem está a fazer exatamente aquilo que quer.

Pode dizer-se que, no geral, é um disco que faz todo o sentido e passa perfeitamente a ideia artística que é pretendida. Um bom trabalho digno de ser ouvido com a atenção que merece.

Texto: Rafael Claro

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