Entrevista Once Human

Depois de termos anunciado o novo album dos Once Human, surgiu a oportunidade de entrevista pela mão de Vitor/Altafonte Portugal ao qual agradecemos desde já.
Muito obrigado ao Logan Mader pela amabilidade que teve em responder.
Dentro em breve teremos também a review do album.

Once Human _credit_Richard Marz.jpg

Para quem ainda não vos conhece, digam-nos quem são os Once Human e qual a vossa carreira musical?
Once Human é formado por:
Lauren Hart – Vocalista
Logan Mader – Guitarra
Max Karon – Guitarra
Skyler Howren – Guitarra
Damien Rainaud – Baixo
Dillon Trollope – Bateria
Estamos em Los Angeles e Las Vegas.
Formámos a banda em 2014 quando conheci a Lauren. Originalmente isto era um acordo de produção e coescrita, mas depois de trabalharmos juntos decidi integrar a banda e continuar a ser também o seu produtor. Eu já tinha tocado numa banda, produzindo e mixando álbuns, mas algo me disse para voltar a tocar e estou muito contente com a decisão. Sabe bem voltar a tocar.

Quais são as vossas referencias no mundo da música?
A minha primeira banda foram os Machine Head, fui o fundador e aí toquei durante 6 anos. De seguida estive um ano nos Soulfly, depois comecei a fazer trabalhos de produção e mixagem para os Five Finger Death Punch, Gojira, Devildriver, Butcher Babies, Devil You Know, Asking Alexandria, Fear Factory e muitas outras bandas.

Falem-nos um pouco deste novo album. De onde veio toda a inspiração?
Somos influenciados pela necessidade de criar algo completamente novo e original. O nosso som é um pouco death, um pouco djent e muito pure metal. As letras da Lauren são influenciadas pelos acontecimentos atuais que lhe causam impacto emocionalmente e pelas suas experiências de vida.

E concertos? Como está a vossa agenda? Vamos ter o prazer de os ver tocar em Portugal?
Esperamos fazer uma turné pela Europa em 2017! O nosso primeiro concerto fora dos Estados Unidos foi em Lisboa, apoiados pelos Fear Factor no final de 2015. Estamos ansiosos por voltar a Portugal.

O que vos encanta no mundo enquanto artistas?
O que me encanta é ter a liberdade de viver através da criatividade, de viajar pelo todo o mundo e viver muitas experiências.

Se a vossa música pudesse mudar algo na mentalidade das pessoas, que gostariam que fosse essa mudança?
Que o metal não é o mal (por completo), pode até gerar positividade e dissipar a violência.

Definam-se numa palavra
“Brutalitário”

Entrevista: Paula Marques

Tradução: Olga Martins

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