Infected Fest V, Mais que um Fest !

Report: Infected Fest V – Popular AlvaladeInfected Records – dias 4,5 e 6 de Novembro

Nos passados dias 4, 5 e 6 a Loudness foi conhecer o Infected Fest que aconteceu no fantástico Popular Alvalade. Chegámos apenas na 5ª edição deste fest, mas ainda assim não chegámos tarde para três fantásticos dias de boa música, bom ambiente e muito boa gente!

À hora marcada, o quinteto de Setúbal, To All My Friends sobe ao palco, enérgicos e de uma boa disposição contagiante! Abrem as hostes com “Hit The Ground” e vão nos contagiando tema a tema. O ponto alto da actuação da banda veio com “Take My Hand” dedicada à amizade e aos amigos, mas outros temas se fizeram ouvir como “Everything About You”, “The Same Game”, Goodbye And So Long” e “Complicated”.  

We Bless This Mess, desta vez em formato de trio brindaram-nos com uma sonoridade e ambiente mais intimista. Ouvimos “One”, “Joanna”, “Mom And Dad”, “Silence”,  “June” e “Darling”. Mas a banda também nos brindou com algumas surpresas sob a forma de covers:  “I Was A Teenage Anarchist” – Against Me e “What happene?” de H2o. O seu folk/punk/rock encheu a sala e as emoções na expressão e voz do vocalista tocaram quem os observou atentamente.

Quem veio desarrumar completamente a sala, foram os Not On Tour, esta banda Israelita meteu toda a gente a mexer. Sima a vocalista, não pára em palco e distribui adrenalina,  ouviram-se temas como: “Dont’ Touch My Stuff”, “Rumors”, “All This Time”, entre outros.

A fechar o primeiro dia, o punk rock dos Viralata. E é tão bom ouvir um bar inteiro em unissono entoar temas como “Homem que é Homem” ou “Estamos Juntos”.

viralata-5

Ao fim do primeiro dia de uma casa cheia, regressamos a casa já com vontade de descobrir o que o segundo dia nos irá reservar.

Ao começo do segundo dia The Ramblers foram uma boa surpresa. Uma vibe feliz que convida a dar ao pézinho. Este quarteto oferece-nos um blues/rock pela maravilhosa voz da Rosie, ouvimos: “The Rambler”, “Rainy Day Queen”, “Born Under A Bad Sign” e “Rockin’And a-Rollin’”.

Correia teve a casa cheia e com a garra a que já acostumaram o seu público, trouxeram-nos os temas “Architect”, “Seekers”, “Down by The Lake”, “Stepfather”, “Deliver Us” e “Deceivers”, pouco mais de meia hora de prazer auditivo.

Depois disto precisávamos descer à terra e assentar pés no chão. Esta foi a missão de Fitacola que nos seus temas nos inspira ao inconformismo. “Tentativa fachada”, “O Teu Mundo / Acordei”, “Trinta”, “Só Mais Uma Vez”, “Outros Dias”, “Voltar Atrás”, “Cai Neve Em NY”, “Ganhar Ou Perder”, “Sobreviver” e “Desafio Principal” são uma parte do seu  trabalho que a banda partilhou nessa noite.

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O fecho da noite, veio com Miss Lava, sem dúvida a banda mais aguardada da noite. Poderosos, mas sempre humildes e dedicados ao seu público. Por quem dão um bom espectáculo e com quem Johnny Lee interage de forma exímia. Ouviu-se e cantou-se “Another Beast”, “Silnt Ghost”, “Asteroid”, “Black Rainbow”, “Arms Of The Freaks”, “Fangs Of Venom”, “Ride”, “Symptpmatic”, “Don’t Tell”, “Planet Darkness”, “At The End Of The Light” e “Sleep With The Angels” formaram a set list desta noite, fomos apedrejados com todo um poder sonoro e saímos satisfeitos!

O último dia estava a chegar sob forma de uma matiné, discretamente a sala ia se compondo e o rap de GAEA fez-se ouvir. Não sendo a nossa praia a nível de sonoridade, foi a mensagem que nos prendeu ao palco. “Rap É Um Molotov”, “Ratazanas Com Bandanas”, “Dias Negros”, “Quando Fecho Os Olhos”, “VidenGAEA Round I”, “Kung Fu The System” e “O Puto”, foram os temas.

Somber Rites acordou o público nessa tarde, e Shape agarrou a onda com a sua genica. Um punk harcore que não deixou o público que já os conhece indiferentes. A banda Lisboeta entoou temas como: “Enjoy Life”, “Sky Will Fall”, “Vampire’s”e “Life’s Hard”.

Push foi na nossa opinião a banda da noite. Uma actuação cheia de garra dos primeiros aos últimos acordes. “I Am Cursed”, “Brain Trapped”, “Paradise Lost”, “Dark Dive”, “I Want My Life Back” ou “Ceremony” foram algumas das músicas na sua set list e foram acompanhados com entusiasmo pelo público.

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A fechar o Fest a banda da “casa” F.P.M, não foram feios nem porcos nem maus. Pelo contrário, foram genuínos e iguais a si mesmos. A química dos elementos da banda converte-se numa boa disposição contagiante. Não os considerámos a banda da noite, mas foi sem dúvida a banda que rematou com alma estes três dias. Foi um desfecho muito positivo e que nos deixou o desejo de voltar para a próxima edição!

No rescaldo deste 5º Infected Fest, temos de salientar que houve toda uma organização cuidada, muito bem trabalhada, sempre atenta e sempre bem disposta! A Infected Records está de parabéns!

O Popular Alvalade está de parabéns!

Obrigada por nos receberem de braços abertos!

Como diriam Viralata: “…puxamos todos para o mesmo lado, estamos juntos, estamos juntos… unimos forças somos maiores, crescemos juntos para sermos melhores…”

Andreia Vidal

Loudness

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