Grindcore Is Protest

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Este sábado, a escolha entre beber e ver musica ao vivo foi feita pelo Metalpoint e a decisão foi ambos. Três concertos de “grindcore filho da puta” (palavras do baterista de Protest Underground Noise Kaos), choveram rapidez e violência sobre os presentes a começar com Backalley Lobotomy e Protest Underground Noise Kaos.

Não estou a diferenciar porque houve muitas semelhanças entre as duas. Musica acelerada ao máximo e com alguns segundos que bateram no cérebro como um shot de tequila sem aditivos desnecessários. Foi o que caracterizou as duas primeiras bandas da noite, sem tretas nem pudores, grindcore na forma mais pura e crua, apesar de a segunda banda demonstrar mais experiência e mexer mais com o público.

No final tocaram os Antivoid, uma daquelas bandas que vale a pena ver sempre e quem não viu já o devia ter feito. Death grind como deve ser, ruídos como “Believe”, “Dirty Love Song”, “Ungreatfull Sons” entre outros, uniram-se á audiência para fazer a festa que teve uma paragem no submarino amarelo. Como descrever melhor um concerto de Antivoid? É aquele tipo de coisas que é preciso estar la para perceber, é preciso sentir a vibração dos amplificadores no focinho.

Foi isto que se passou no metalpoint, mais uma noite extremamente satisfatória com álcool, amigos e metal do mais cru e agreste, coisas que neste ramo são dos melhores elogios. Para terminar, vale sempre a pena ir ao metalpoint, quer se pague ou não.

Texto: João NOX Alves

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