Raio-XIS visita em pormenor Waterland

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Desta vez o Raio-XIS estaciona pelo nosso quintal e apresenta Waterland uma banda com uma sonoridade de power metal de uma qualidade excepcional.

Esperamos que gostem.

  1. Qual o vosso percurso musical?

Waterland começou em 2007 como um projecto onde a ideia era só direccionada para a gravação de álbuns sem qualquer tipo de lin-up de banda live. Na formação inicial, gravamos 2 álbuns. Waterland de 2008, e Virtual Time em 2010. A partir de 2010 a ideia foi construir uma banda live… A formação inicial era Miguel Gomes, Marco Alves e Bruno Gomes, mais tarde António Silva (teclados) juntou se a banda ainda em 2009, Tiago Moreira (Bateria) em 2010 e Tiago Alexandre 2010 (Baixo) completaram o resto da formação… A partir de 2012 começamos a gravar o Our Nation com a colaboração de vários músicos.

Um processo de gravação que durou 2 anos, no Verão de 2013 Paulo Pires (Voz) e Ivan Batista (baixo) juntaram-se à banda. Em Janeiro de 2014 com a saída de Belisa Campinho e com a entrada de Miriam Dias a banda está com a formação que melhor a caracteriza. A promoção do novo álbum é a prioridade neste momento.

  1. Como caracterizam o vosso projecto?

unnamedÉ uma banda de metal melódico com vários elementos sinfónicos e com um trabalho de estúdio bastante demorado de forma a manter a identidade da banda nos objectivos que delineamos. Um álbum de Waterland demora pelo menos ano e meio de gravações dai termos a preocupação nos detalhes, principalmente nas vozes com coros e harmonias. Apesar de a nossa sonoridade ser um pouco diferente de álbum para álbum a ideia base é sempre a mesma e vai ser para manter.

  1. Quais as vossas referências no mundo da música?

Temos várias, cada membro da banda tem a sua própria referência o que é um excelente contributo para o resultado final de qualquer trabalho de Waterland. Todos sabemos a linha que Waterland tem que seguir e olhamos sempre ao trabalho que foi feito antes e tentamos sempre melhorar, nunca descaracterizando a banda e tentando dentro do mesmo género fazer o melhor que conseguimos. Claro que há bandas como Luca Turilli`s Rhapsody, Freedom Call, Helloween, Nightwish, Stratovarius e outras sonoridades do pop, rock, jazz e principalmente da música erudita que são também elos de ligação para aquilo que fazemos.

  1. Como artistas o que vos encanta no mundo e se pudessem mudar a mentalidade das pessoas com a vossa música o que gostariam de mudar?

Acho que seria de todo agradável saber que a nossa música é uma influência para muita gente e que somos culpados pelo bem-estar das pessoas que ouvem os temas. O facto de conseguirmos causar satisfação as pessoas que nos ouvem já é um momento de mudança nem que seja por uns minutos. Sentimos orgulho no que fazemos e que gostamos.

  1. Local onde gostariam de tocar ao vivo? E com quem?

Há vários sítios emblemáticos que seriam o sonho de qualquer músico. Estaria aqui a especificar uma data deles, mas sabemos que temos de caminhar e provar a nossa qualidade aos poucos, saber qual é a nossa realidade de momento e também sabemos daquilo que somos capazes e do que já mostramos. Agora será uma questão de oportunidades, de ter as pessoas certas do nosso lado, neste momento estamos a trabalhar em parcerias com o Miguel Ribeiro (Secrecy) que está a fazer um excelente trabalho  e um forte apoio a divulgação de Waterland e promoção, assim como agenda de concertos e outros trabalhos. Acreditamos que podemos construir um percurso igual a muitas outras bandas que neste momento são referências no mundo da música, e claro seria uma agradável notícia saber que um dia podemos tocar por exemplo no HellFest.

  1. O que acham que seria necessário mudar em Portugal quanto ao apoio que existe aos novos projectos e novas bandas?

unnamed (1)Em Portugal é complicado haver uma mudança radical de objectivos no que diz respeito a bandas de metal. Será sempre um meio underground com poucas oportunidades, concertos pequenos, pouco público, embora hoje em dia já se comece a criar algumas formas de sustentar melhor os concertos, juntando várias bandas de diferentes sonoridades e criando um leque maior de opções para quem vai assistir.

Seria de todo visto com bom agrado haver uma união de várias entidades promotoras de forma a criar uma base  musical e assim poder  catapulta mais  bandas nacionais para fora dando mais nome ao que é nacional.

  1. Projectos para o futuro?

Gostávamos de poder tocar mais, ter maior visibilidade e reconhecimento do nosso trabalho, haver mais apoios que são fundamentais para qualquer banda. Continuar a gravar mais álbuns e projectar o nome de Waterland.

  1. Por último descrevam-se numa única palavra

União

Site oficial: http://waterlandband.wix.com/home

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