Postmodern Jukebox no Forum Braga dia 12 de Novembro

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Depois de dois fabulosos concertos nos Coliseus em Março deste ano, os Postmodern Jukebox estão de regresso a Portugal com a nova digressão “Back in Black & White”. O colectivo actua no novo Forum Braga, dia 12 de Novembro.

Os espectáculos de Postmodern Jukebox trazem uma banda de talentosos músicos, com um elenco de cantores de luxo e muitas surpresas garantidas. Como qualquer fã poderá confirmar, um concerto de PMJ nunca é igual, cada experiência é única, com músicas novas e combinações imprevisíveis, que dão um toque singular a cada actuação.

O talentoso colectivo reinventa sucessos contemporâneos de pop, rock e R&B em estilos de vários anos, desde o Swing ao Doo-wop, do Ragtime ao Motown, ou como diria o seu criador, Scott Bradlee, “é música pop numa máquina do tempo”. O projecto, iniciado por Bradlee em 2009, conta hoje com mais de 950 milhões de visualizações no YouTube e 3.4 subscritores neste canal, tendo angariado mais de 1.7 milhões de gostos no Facebook. A banda actuou no “Good Morning America”, ficou nos tops do iTunes e da Billboard, captou a atenção da NPR Music e da NBC News e esgotou centenas de espectáculos por todo o mundo.

Para aqueles que só conhecem os PMJ dos vídeos que “distorcem” o tempo, o espectáculo ao vivo é uma experiência a um outro nível. É uma festa dos anos 20 que deixaria o Great Gatsby orgulhoso, misturado com uma noite agitada dos anos 60 com os Rat Pack, temperado com uma pequena alma de Motor City e alguns clássicos Rocking Sock Hop. Um concerto divertido, fresco e excitante, que promete deixar o público a dançar sem parar.

Fonte: Everything Is New

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Indie Music Fest 2018 – Novas confirmações

unnamedDepois de uma mão cheia de primeiros nomes, o Indie Music Fest revela agora mais alguns dos artistas que tomarão de assalto o Bosque do Choupal, em Baltar, de 30 de Agosto a 1 de Setembro

Já na sua sexta edição, o festival conhecido por conjugar concertos clássicos e intermináveis de bandas de renome nacionais com gigs de novos artistas prontos a lançar-se na indústria tem agora os passes-gerais à venda por 20€, depois de o primeiro lote promocional a 15€ ter esgotado rapidamente.

A sexta edição do melhor micro-festival do país promete ser inesquecível e estes são apenas alguns dos grandes nomes a marcar presença. Fiquem atentos!

Novos nomes confirmados:

Filipe Sambado & Os Acompanhantes de Luxo , Trêsporcento, Solar Corona, Iguana Garcia, Paperctuz , The Faqs e It was the Elf

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The Black Angels actua dia 04 de Setembro no Hard Club ​

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The Black Angels, a banda de rock psicadélico de Austin, passa por Portugal dia 04 de Setembro, para apresentar o mais recente trabalho de originais, “Death Song”, com um concerto em nome próprio no Hard Club, no Porto.

A banda composta por Alex Maas, Christian Bland, Kyle Hunt, Stephanie Bailey e Jake Garcia, ganhou o respeito da crítica e dos fãs não só pela arrebatadora discografia de estúdio, como pelas fortes actuações ao vivo, que por unanimidade elevam as músicas a um extremo. O jornal The New York Times, inclusive, salientou, numa das suas críticas, que os The Black Angels ao vivo têm a capacidade de tocar rock psicadélico como se os anos 60 nunca terminassem e são absolutamente mestres ao fazê-lo.

Para muitos este quinto disco de estúdio é um dos melhores de sempre da carreira da banda e já está a seguir as pisadas do bem-sucedido álbum de estreia “Passover”, editado em 2006. Produzido por Phil Ek (Father John Misty, Fleet Foxes, The Shins), “Death Song” é considerado o mais político disco do grupo, onde a lírica explode todo o tipo de questões atemporais misturadas com o som neo-psicadélico, género que faz jus ao nome da banda que assumiu originalmente da música “The Black Angel’s Death Song” dos The Velvet Underground. Alex Mass diz que não considera “Death Song” psicadélico, mas sim um álbum de rock n’ roll.

Um concerto a não perder dia 04 de setembro no Hard Club.​

04 de setembro // Hard Club
Abertura de Portas: 21h00
Início do Espetáculo: 22h00

Fonte: Everything Is New

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Digressão de despedida de Joan Baez no Coliseu de Lisboa

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A lendária e galardoada cantora, compositora, activista e membro do Rock & Roll Hall Of Fame, sobe ao palco do Coliseu de Lisboa dia 01 de Fevereiro de 2019 e traz consigo o novo álbum “Whistle Down The Wind”. Esta será a digressão de despedida da cantora, que após 60 anos de uma extraordinária carreira, aproveita a apresentação do recente trabalho de estúdio para se despedir dos palcos.

Após uma década, a artista de influência incalculável, Joan Baez, lança o novo trabalho produzido pelo vencedor de três Grammy, Joe Henry. Gravado em apenas dez dias, “Whistle Down The Wind” reúne material de alguns dos compositores favoritos de Joan Baez desde Tom Waits, Josh Ritter, Eliza Gilkyson a Mary Chapin Carpenter.

Com um repertório de mais de 30 álbuns editados, ao longo de sessenta anos de carreira, entre os quais sucessos como “Joan Baez, Vol. 2″, “Come From The Shadows”, ou “Ring them bells”, o seu estilo folk americano conquistou o mundo e Baez é ainda hoje uma força da natureza na cena musical, graças à grande influência do seu forte carácter.

Coliseu de Lisboa || 01 Fevereiro 
Abertura de Portas: 20h30
Início Espetáculo: 21h30

Fonte: Everything Is New

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Raio-XIS visita em pormenor – João Miguel

O João apresentou-nos o seu trabalho a solo de uma forma tão simples e “dada” se é que assim se pode designar, que não podíamos fazer mais nada que não ouvir. Ouvimos e ficamos literalmente rendidos a forma como deixa fluir a música pelas cordas da sua guitarra. Depois disso a solução seria tentar conhecer um pouco mais do músico com um Raio-XIS e assim fizemos. Esperamos que gostem e como sempre que apoiem. É mais que merecido.

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1. Qual o teu percurso musical?

Comecei a tocar guitarra aos 11 anos numa escola de música e aos 15 anos, por volta de 2012, entrei para a minha primeira banda de Thrash Metal, ’Collapser’, que apesar de ter tocado bastante ao vivo, infelizmente nunca chegou a editar um álbum.
Passei também por uma banda de covers de rock/metal chamada ‘Tempora’ onde toquei bastante ao vivo durante o ano de 2014, contudo passado um ano saí para me dedicar totalmente aos originais.
No início de 2015 lancei o primeiro EP do meu projecto instrumental a solo intitulado de “Geometric Winters” que, apesar de ser ainda muito verde e experimental, ajudou a moldar o que queria fazer musicalmente no futuro.
No final do ano de 2015 foi formada a banda de Technical Death Metal, ‘Enblood’, na qual ainda toco hoje em dia e que lançou o seu single de estreia “Oblivious Hate” no início do ano de 2016. Ainda em 2016 lancei o single “Kabbalah” pelo meu projecto a solo, sendo este já uma abordagem mais definida do que pretendia para o projecto. Em 2017 juntei-me à banda de Thrash Metal ‘Adamantine’ para tocar nos concertos de promoção do álbum “Heroes & Villains”. Em maio de 2018 lancei o primeiro álbum full-length do meu projecto a solo intitulado de “STONESUN”, onde já consegui consolidar as ideias que tinha, de forma a construir um álbum temático acerca de um Universo pós-apocalíptico. Ainda em Junho de 2018 será lançado também o primeiro álbum full-length de ‘Enblood’ intitulado de “Cast To Exile”

2. Como caracterizas o teu projecto?

Este é um projecto instrumental muito focado na guitarra. Até à data os lançamentos têm andado muito à volta do metal progressivo, sempre com um pouco de experimentalismo. É um projecto bastante “metamórfico” na medida que cada lançamento pode verter para uma direcção diferente do lançamento anterior, tanto tematicamente como musicalmente, o que me permite não impor barreiras na criatividade e obter um resultado final o mais coerente possível com o meu estado de espírito no período de cada lançamento.

3. Quais as tuas referências do mundo da música?

As minhas maiores referências no mundo da música, e que por sua vez me inspiraram a entrar no mesmo, são, entre muitos outros, Guthrie Govan, Jason Becker, Nick Johnston, Joe Satriani, Yngwie Malmsteen, Marty Friedman, Andy LaRocque, John Petrucci, Jeff Loomis, Plini e Angel Vivaldi.

4. Quais são os teus filmes e livros favoritos?

Sou um grande fã de cinema, e como tal os filmes que vejo têm bastante impacto na música que produzo. Este novo álbum “STONESUN” foi em certa parte inspirado em filmes passados em mundos pós-apocalípticos, principalmente o filme “Oblivion” (2013). Diria que os meus filmes favoritos, entre muitos outros, são “The Prestige” (2006), “Inception” (2010),“Whiplash” (2014) e Interstellar (2014). Em termos de livros, apesar de não ser um leitor muito assíduo, o que me marcou mais terá sido “The Catcher in the Rye” por J. D. Salinger.

5. O que te encanta no mundo enquanto artistas?

Penso que a melhor parte de fazer música é poder fazer de cada tema uma “soundtrack” para os mais diversos momentos da vida, e existirem pessoas que se identificam com esses temas e os associam também a momentos que viveram cria uma relação especial entre as pessoas e a música, e isso é o que para mim tem mais encanto.

6. Se a tua música pudesse mudar alguma coisa na mentalidade das pessoas o que gostarias que fosse?

Sendo este um projecto instrumental, não existe uma mensagem explícita nos temas. Contudo isso sempre foi o que me fascinou na música instrumental, ser transversal a línguas e ter a capacidade de lhe poder ser atribuído qualquer significado da parte do ouvinte. Comunicar apenas com música torna-se assim a forma mais internacional e sincera de comunicação, fazendo-se entender em qualquer parte do mundo apenas com base na melodia. Se a minha música pudesse mudar algo na mentalidade das pessoas gostaria que as inspirasse a fazer algo que realmente gostam, sendo que hoje em dia trabalhar em algo que realmente gostamos não é nada fácil. Ver pessoas que todos os dias dão o seu melhor para atingir esse objectivo inspira-me imenso.

7. Onde gostarias de tocar ao vivo?

Nos últimos anos tive o privilégio de tocar em imensos sítios excelentes com pessoas maravilhosas. Se pudesse escolher um sítio para tocar ao vivo, adoraria ir com a minha banda ao Wacken Open Air na Alemanha.

8. Tens mais projectos para o futuro?

Sim, tanto no meu projecto a solo como em ‘Enblood’, já surgiram ideias para os próximos álbuns e a partir de agora será trabalhar essas ideias para os mesmos começarem a tomar forma.

9. Descreve-te numa palavra

Talvez “focado”, sendo que sempre estive bastante focado na música e nos meus projectos para que estes sejam bem-sucedidos.

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Sons D’Cave abrem a porta para – Melodraw

Não há fome que não dê em fartura, já diz o ditado, e depois de tanto tempo com as Caves fechadas, tem sido um entra e sai nos últimos dias. Desta feita fomos a Ericeira para vos apresentar os Melodraw uma banda auto-titulada de “bipolar rock”.

Aqui ficam as apresentações

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Melodraw é uma banda Portuguesa de rock bipolar, cujos riffs e ritmos poderiam ser servidos como shots ao balcão de um qualquer bar. Formados em 2006, são a prova viva de que o rock está bem vivo num dos países mais antigos da Europa. Depois de muitas formações, concertos e algumas demos, publicaram o seu primeiro EP, Whip, em 2013.

Mas foi em 2016 que seu trabalho colheu frutos: Whiskey & Bananas, o primeiro álbum, foi publicado a 25 de Março. Este registo apresenta um rock alternativo e ecléctico, com toques de pop, punk e até mesmo prog rock clássico. A voz intensa e os riffs enlouquecedores assumem um papel principal, onde autenticidade e muita energia são o cartão de visita dos Melodraw.

Edições:
2013 Novembro – Whip (EP)
2015 Outubro – Pardon Me (Single)
2016 Março – Whiskey & Bananas (Álbum)

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Sons D’Cave abrem a porta para – The Dirty Coal Train

Não fomos muito longe desta vez para vos trazer o novo Sons D’Cave, os The Dirty Coal Train são de Lisboa e na página de forma bastante sui generis, apresentam a noite quando nascerem como”…Uma noite amaldiçoada para todos os que nela participaram…” para nós a maldição não foi evocada,  foi apenas necessário contar mais uma vez com a ajuda da Raquel Lains da Let’s Start a Fire para vos trazer a biografia da banda, contada por eles.

Aqui fica:

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Fotografia de Luís Flores

Durante os anos que separam a sua infância da maioridade, Ricardo Ramos e Beatriz Rodrigues sonharam e almejaram entrar para o restrito grupo de eleitos criadores ficando presos nas garras da distância e dos ventos desoladores da sua terra natal, Viseu.

Nos últimos sete anos percorreram as terras e meios dos eleitos de modo independente conhecendo inúmeros artesãos do processo criativo com quem partilhavam o amor e empenho pela arte (por vezes eram por esta mesma razão denominados de “amadores”;) e aprenderam que procuravam encarnar um termo distante e para eles vazio. Assim, optaram por caminhar esse mundo paralelo onde foram aceites como iguais, esse mundo que separa criadores reconhecidos de amadores… os eleitos dos freaks!

The Dirty Coal Train são um power trio de instrumentos amaldiçoados que debitam decibéis de inspiração no DIY do punk, no garage dos 60 e no cinema de série B onde coabitam com monstros, vampiros, psicopatas, ovnis e demais parafernália. Neste disco arriscam por temáticas ou sonoridades menos familiares para a banda como experimentações electrónicas, sons experimentais mais soturnos, esquizofrenia pop e covers de temas clássicos.

Depois de quatro álbuns, uma compilação e cinco singles promovidos com datas pela Europa e América do Sul, a banda começa agora a sua tour de promoção de “Portuguese
Freakshow”, um disco que conta com um enorme leque de convidados do underground rockeiro português que ao longo dos anos tocaram com a banda e que neste disco participam e contribuem para as criações do duo. O duplo LP será lançado em vinil dia 4 de Maio pela Groovie Records em parceria com a Garagem Records, foi gravado no estúdio Golden Pony em Lisboa e no estúdio King no Barreiro e foi produzido por Ricardo Ramos e Beatriz Rodrigues com artwork de Olaf Jens.

Será apresentado em espectáculos ao vivo suados e enérgicos que são a imagem de marcados The Dirty Coal Train. Garage Punk com Surf & rock & roll nu, cru e directo como o género exige!

O primeiro single do álbum, “Summer Asphalt”, é um tema que quebra com o habitual garage punk e pontuais baladas à 60’s típicos da banda e mostra um ritmo mais arrastado e guitarras secas. Tal diferença não é estranha quando se desvenda o nome de quem compõe o tema em parceria com os The Dirty Coal Train, Carlos Mendes (ex-Tedio Boys, actual The Twist Connection). A voz no tema é assumida por Beatriz que canta sobre um casal apaixonado que vive intensamente a sua relação e o momento presente, muito inspirado no mítico casal Sailor e Lula do filme de Lync “Wild at Heart”. O sonho de filmar este videoclip no Club Noir foi realizado, um lugar lindo com uma magia muito particular e um ambiente exótico, para o qual a ajuda da Teresa Noir e Armindo Silva foi fundamental. A filmagem tem o cunho da já habitual Francisca Marvão, a Clara Cosentino na fotografia e a Paula Marvão na produção.

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