Idles sobem ao palco Sagres do NOS Alive’19

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Os Idles, que no passado mês de Novembro visitaram Lisboa pela primeira vez para apresentarem o álbum de estreia “Joy As An Act of Resistance”, com um concerto esgotado, absolutamente extraordinário, no LAV – Lisboa ao Vivo, vão subir ao Palco Sagres do NOS Alive, dia 13 de Julho para mostrarem porque são hoje apontados como uma das melhores bandas punk rock do Reino Unido.

Com o novo álbum produzido pelo Space e misturado por Adam Greenspan e Nick Launay (Arcade Fire, Yeah Yeah Yeahs, Kate Bush), “Joy as an Act of Resistance”, aponta para tudo, desde a masculinidade tóxica, nacionalismo, imigração e desigualdade de classes – tudo isto enquanto mantém entranhada uma positividade contagiante. O vocalista Joe Talbot resume: “This album is an attempt to be vulnerable to our audience and to encourage vulnerability; a brave naked smile in this shitty new world. We have stripped back the songs and lyrics to our bare flesh to allow each other to breathe, to celebrate our differences, and act as an ode to communities and the individuals that forge them. Because without our community, we’d be nothing.”

O segundo registo de originais foi merecedor da melhor atenção por parte da crítica. A NME atribuiu cinco estrelas ao disco, referindo que é um “clássico instantâneo”, enquanto que o The Guardian avaliou com quatro estrelas e salientou que o álbum é composto por “11 canções de raiva focada, catártica e enraizada nas suas próprias experiências”, tendo ainda reforçado que os Idles são “a banda britânica mais necessária”.

Fonte: Everything Is New

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NOS ALIVE’19 recebe dia 11 de Julho concerto especial de Ornatos Violeta

unnamedBANDA DE MANUEL CRUZ CELEBRA 20.º ANIVERSÁRIO DE “O MONSTRO PRECISA DE AMIGOS” NO PASSEIO MARÍTIMO DE ALGÉS

O NOS Alive’19 orgulha-se de confirmar, para o primeiro dia do festival, a actuação especial de regresso aos palcos de Ornatos Violeta, que vão brindar o público com a interpretação integral da sua obra seminal, “O Monstro Precisa de Amigos”. A banda sobe ao Palco NOS, dia 11 de Julho, mesmo dia dos já anunciados The Cure.

Editado a 22 de Novembro de 1999, “O Monstro Precisa de Amigos”, o segundo e último álbum de originais dos Ornatos Violeta, superou as expectativas criadas pelo disco de estreia, “Cão!”, e confirmou o talento de Manel Cruz (voz), Nuno Prata (baixo), Peixe (guitarra), Kinörm (bateria) e Elísio Donas (teclados) na composição de canções intemporais que, ano após ano, continuam a ser descobertas, recuperadas ou interpretadas  pelas gerações mais novas. É o caso de “Capitão Romance” — que conta com o convidado especial Gordon Gano, dos Violent Femmes, uma das maiores referências dos Ornatos Violeta, a cantar em português —, “Chaga“, “Dia Mau” ou “Ouvi Dizer” — com a participação especial e inolvidável de Vítor Espadinha —, verdadeiros tesouros do cancioneiro nacional.

Produzido por Mário Barreiros, “O Monstro Precisa de Amigos” foi o habitual “difícil segundo disco” que acabaria por se revelar o magnum opus da banda, quer a nível comercial, atingindo a marca de Platina quer, sobretudo, na recepção pelos fãs e crítica especializada, com a BLITZ a considerá-lo o terceiro Melhor Álbum Português editado nos anos 90 e um dos 25 melhores álbuns nacionais editados entre 1960 e 2000.

Formados no Porto em 1991, os Ornatos Violeta estiveram em actividade perto de uma década, durante a qual conquistaram o estatuto de banda de culto, graças aos dois álbuns editados e às suas intensas prestações em concerto. Em 2002 anunciaram a separação, regressando em 2012 para a celebração dos 20 anos da sua formação, com oito concertos especiais. Em 2019 voltam, para comemorar mais um marco, porque, 20 anos depois, “O Monstro (ainda) Precisa de Amigos”.

Fonte: Everything Is New

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Festival Laurus Nobilis passa de três para quatro dias

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Cinco anos são cinco anos, e para celebrar este número redondo a organização do Laurus Nobilis decidiu aumentar para mais um dia o festival, para que os seus visitantes possam apreciar o festival mais calmamente como também poderem passar umas pequenas férias quer no evento, quer no campismo, como em alojamento local e assim conhecer e usufruir das potencialidades da região principalmente gastronómicas e de bem-estar.

Os Bilhetes para o LNMF 2019 podem ser adquiridos em www.laurusnobilis.ptou nos lugares habituais e têm o valor de 60€ (passe geral) e 30€ o bilhete diário (este só estará disponível um mês antes do festival) exclusivamente a organização disponibiliza o passe geral a 40€ (oferta limitada).
Até 31 de Dezembro do corrente ano, está disponível um Pacote de Natal do Laurus, (1- Passe Geral, 1-  Bag, -1 Pin, -1 T Shirt oficial do LNMF 2019, 1 – Sticker, 1- Patch, 1- Postcard, 1- Magnet Sticker) este pacote custa 55€ e pode ser adquirido no site do festival www.laurusnobilis.pt como informações mais detalhadas do mesmo.

Em meados de fevereiro através de uma conferência de imprensa a organização do LNMF irá detalhar todas as informações para o festival que se realiza nos finais de Julho, os dias e horários em que as bandas vão tocar, os parceiros do festival, as normas para o campismo e outras informações que serão de utilidade máxima para que vier visitar o Laurus Nobilis Music Famalicão 2019.

SÓ FALTAS TU!!!!!

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Raio-XIS visita em pormenor Weight Of Emptiness

O Raio-XIS de hoje atravessou fronteiras e aterrou no Chile. Weight Of Emptiness é uma banda chilena de Progressive Death Doom Metal formada no ano de 2015 lançou um LP independente em 2017 chamado “Anfractuous Moments For Redemption” que foi reeditado no México em 2018 pelos selos Concreto Records e Sun Empire Productions.

E agora permitem a chapa da Loudness na pessoa de Alejandro Ruiz, vocalista do Weight Of Emptiness de forma a dar-se a conhecer ou reconhecer em terras lusas.

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1. Qual o vosso percurso musical?

A minha carreira como músico começou aos aproximadamente 14 anos quando eu decidi aprender a tocar guitarra na escola junto com alguns colegas de classe, que eram todos amantes de metal e tocavamos algumas covers na época, mas aconteceu que dois dos meus colegas tocavam melhor que eu guitarra então eu decidi que seria o vocalista porque as quotas já estavam cheias kkkk. Lá eu entendi que música era algo poderoso que me deixava muito feliz e fazia parte da minha vida e seria muito difícil parar de o fazer. Então toquei em vários grupos e, finalmente, entre os 18 ou 19 anos entrei para o que foi chamado Corrosive Minds na época, que mais tarde se tornou Twilight Mist e hoje é o Weight Of Emptiness, então acabei por entender, que eu tenho tempo suficiente para brincar com esses arruaceiros kkkk

Entre a separação de Twilight Mist e a reunião com o Weight Of Emptiness, também fiz parte da banda de Death Metal HOMICIDE, com quem até hoje aprendi muito e são grandes músicos e amigos.

2. Como caracterizam o vosso projecto?

O Weight Of Emptiness é, sem dúvida, um dos pontos mais altos da minha carreira como músico, pois consegui desenvolver, juntamente com os meus colegas, parte deste som e conceito onde não temos fronteiras para fazer a nossa música e onde pude contribuir com riffs e linhas vocal que eu não tinha trabalhado antes, o que me deixa muito feliz.

Caracterizam-nos muitas vezes como uma banda de Doom, mas eu acho que WOE é inclassificável já que temos muitas influências, death e black e algo progressivo … enfim, é o público e os fãs que classificam isso, já que o interessante sobre isso é que todos têm opiniões diferentes sobre o nosso estilo e eu acho que deve ser porque a música os agarra de diferentes modos, o que faz com que a música seja entendida de formas diferentes e de acordo com o prisma que você olha (ou escuta)

3. Referências do mundo da música?

Eu não posso generalizar, já que cada um dos integrantes do WOE é um mundo à parte musicalmente falando, mas no que a mim diz respeito sou um grande fã da música extrema, a death e o black metal fascinam-me, porém escuto muitos estilos de música além de metal extremo como rock progressivo, jazz fusion ou algo mais leve rock como Foo Fighters ou Soda Stereo … Mas há duas bandas que eu poderia dizer que são as minhas favoritas … Iron Maiden e Emperor, eles são o máximo do mundo!!!

4. Quais são os vossos filmes/livros favoritos?

O meu filme favorito é, sem dúvida, 2001 A Space Odissey pelo grande Stanley Kubrick, pelo génio da trama, o conceito deixa-te a pensar dias e a filosofar sobre onde estamos, evolução, consciência, se realmente existimos e tantos outros malditas perguntas não respondidas que eu adoro fazer depois de um filme … Outro director que se tornou essencial para mim é Christopher Nolan, ele é um génio e os seus filmes são maravilhosos. Quanto aos livros, leio muito sobre ocultismo, mas também adoro romances de ficção (provavelmente porque me acontece o mesmo que com filmes) e, de qualquer maneira, o meu favorito é “Um mundo feliz” de Aldous Huxley … é uma óptima viagem Para a imaginação, para a reflexão sobre o que poderia acontecer com nossa humanidade e nossos valores, há uma boa fonte de crítica social nesse livro.

5. O que vos encanta no mundo enquanto artistas?

Criar … é uma experiência maravilhosa porque você não sabe o que vai acontecer, mas você sabe que algo sairá desse processo e você tentará moldá-lo da melhor forma possível para ter músicas de qualidade que o deixem feliz e feliz para muitos … o outro é tocar ao vivo, já que você pode sentir o fervor de pessoas muito próximas a você e esse sentimento você não tem em qualquer outra coisa que você faça no mundo … tocar ao vivo é excelente !!!!

E também a outra coisa é que comecei a gostar de mim,  e eu acho que também é o fato de fazer videoclipes … alguns dias atrás nós lançamos um terceiro videoclipe da música “Unbreakable” com o qual eles nos parabenizaram muito desde é um excelente vídeo e tem muitas visitas de todo o mundo na web, o que também nos deixa muito felizes.

6. Se a vossa música pudesse mudar alguma coisa na mentalidade das pessoas o que gostariam que fosse?

Eu gostaria que as pessoas reflectissem mais e considerassem a razão como um meio elementar de tomar decisões, às vezes na vida há pessoas que se deixam levar pelo que dizem sociedades, ocidentais e orientais … e tudo isso é uma droga … nós pertencemos a uma certa cultura, sim … mas o mais importante é que somos indivíduos e a ideia é  diferenciarmos-nos dos demais … a mídia e as grandes potências de facto controlam como as pessoas se devem vestir e as pessoas tomam isso como uma coisa normal que acontece no mundo e não deveria ser assim … se alguém tem brigas ou argumentos às vezes eles acham que é até a morte e isso lhes dará status, mas não … eles podem ter famílias por trás e gerar muito dano … Você entende que quando você tem filhos … eu tenho 2 meninas e eu adoraria viver em um mundo onde elas podem viver em paz porque tudo foi baseado na razão.

7. Onde gostariam de tocar ao vivo?

Em todos os cantos do mundo! E conhecer as diferentes culturas e metaleiros do mundo … shows em bares, em shows maiores, Wacken, Hellfest …. tudo ….. queremos tocar em todos os lugares

8. Quais os vossos projectos para o futuro?

Estamos a preparar o nosso segundo álbum, que é muito mais pesado e sombrio e também um pouco mais experimental, adicionamos mais sons do que no álbum anterior, então você verá detalhes que tornam nossa música muito mais diversificada. As letras também são um pouco mais escuras e lidam com a forma como controlamos a nossa realidade e ascendemos em uma jornada interior rumo à iluminação.

Quanto à saída do álbum, esperamos tê-lo pronto antes do meio do ano e sair em turnê em terras europeias em 2019 … sugerimos que você comece a congelar as cervejas kkkk…

9. Descrevam-se numa palavra

Inquebrável

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Toxikull lançam CD-demo, edição especial “Iberian Metal Attack Tour”

file2.jpgToxikull lançam CD-demo, edição especial “Iberian Metal Attack Tour”

É um trabalho exclusivo dedicado à tour ibérica que irá acontecer de dia 12 a 16 de Dezembro com Crystal Viper e será uma edição limitada de 100 cópias.

A banda portuguesa revela que poderão contar com duas músicas de heavy metal alta rotação e sem misericórdia.
Acrescenta-se que este é o primeiro trabalho com o novo baterista, Garras.

O disco é adquirido única e directamente com a banda via online e através dos concertos a partir de quarta-feira, dia 12 de Dezembro.

Fonte: Against PR

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Sonic Blast’19: Festival passa a 3 dias e são anunciadas as primeiras 8 confirmações

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O Sonic Blast Moledo volta em grande para a sua edição de 2019. Ainda afirmando-se como um encontro perfeito entre praiapiscinasurf e muito rock, a grande novidade da nona edição do festival é que o evento passa agora a ter três dias.

O Festival de Moledo, no município de Caminha, anuncia agora as primeiras 8 bandas confirmadas no cartaz oficial de 2019. Elas são: OM, Orange Goblin, Windhand, My Sleeping Karma, The Obsessed, Dopethrone, Minami Deutsch e Zig Zags.

Oriundos de São Francisco, Califórnia, os OM, formados em 2003 por Al Cisneros, um dos fundadores dos Sleep, são um dos cabeças de cartaz da próxima edição do Sonic Blast Moledo. Contam com cinco álbuns de estúdio e três ao vivo. Em 2007 Pilgrimage foi considerado o melhor álbum underground pela Mojo Magazine. God is Good (2009) foi gravado por Steve Albini e lançado pela editora Drag City. A sua música é encarada como uma experiência quase religiosa, tão espiritual como inebriante, onde se presencia uma comunhão extensa entre as vibrações sentidas e o universo que nos rodeia.

Foi em 2017 que se viveu uma derradeira hora de heavy metal, no SonicBlast’17. Em 2019, os históricos britânicos Orange Goblin estão de volta para mais uma grande dose de headbanging sem rodeios, desta vez com o novo álbum Sons of Salem.

Windhand é o nome do doom atual que continua a criar abalo por onde passam. Oriundos de Richmond, Virginia, Windhand é intensidade e melodia, é volume e serenidade, é trevas e quietude. Em 2015, com Jack Endino (Nirvana/Soundgarden) como produtor, gravaram e lançaram o seu terceiro álbum Grief’s Infernal Flower. Este álbum alcançou a 16ª posição na tabela Hard Rock Albums e a 7ª posição na tabela Heatseekers, ambas da Billboard. Apoiados em riffs arrastados do doom metal, o grupo viu no seu mais recente disco Eternal Return, lançado pela Relapse Records, a possibilidade de embeber sons da era grunge dos anos 80 e 90, aprimorando a sua forma de peso psicadélico. Guiados pela voz celeste de Dorthia Cottrell, o agora quarteto deixa-nos num doce transe de fuzz, numa jornada completa sobre vida e morte.

Os My Sleeping Karma nunca falham na tarefa de criar paisagens sonoras que levam o ouvinte aos mais profundos recantos da mente, recorrendo exclusivamente a melodias instrumentais, com ritmos e dinâmicas fascinantes. Depois de terem lançado o seu primeiro álbum ao vivo em 2017, Mela Ananda, o quarteto germânico volta a visitar-nos para mais uma sessão de imersão sonora tântrica.

Decorria o ano de 1976 quando Maryland viu nascer os The Obsessed, contando com Scott “Wino” Wenrich (Saint Vitus / Spirit Caravan) como fundador, vocalista e guitarrista. Após vários lançamentos, diferentes alinhamentos e algumas separações, os The Obsessed reapareceram em 2016, com uma nova energia e preparados para lançar o seu primeiro álbum de estúdio em mais de 20 anos, intitulado Sacred. Em 2019, o trio estreia-se finalmente em terras lusas, no SonicBlast Moledo.

Os Dopethrone têm dez anos de carreira, cinco álbuns de estúdio, um EP, um split e o seu próprio género: o Slutch Metal. É pesado, demolidor, obscuro e muito sujo, tudo bastante evidenciado no seu mais recente trabalho Transcanadian Anger, lançado em 2018.

Como se diz motorik em Japonês? Talvez seja mesmo Minami Deutsch. Pertencentes ao selo Gururu Brain e naturais da capital nipónica, estes três amantes da repetição ingressam pelos campos do krautrock e do psicadelismo oriental, com recurso a melodias em loop, letras bizarras, batidas constantes e alguns estímulos de natureza electrónica.

Serpentear pelo punk rock e pelo heavy metal não é visto como problema para os californianos Zig Zags, aliás, é até seu modo de vida. Com mais de uma dúzia de trabalhos, incluindo um single gravado com o Iggy Pop e um álbum gravado por Ty Segall no seu estúdio, os Zig Zags deixam que a sua música se influencie livremente pela cultura skate Californiana, pela ficção científica ultra invulgar e pelo acid rock desenfreado.

Os primeiros bilhetes na categorias de “early birds” para o Sonic Blast’19 foram postos à venda no fim de Novembro e esgotaram em questão de minutos.

O passe geral do Sonic Blast custa 65€ até ao dia 30 de Abril, actualizando o preço no mês seguinte. Os bilhetes diários vão ser colocados à venda muito em breve.

Fonte: Sara Does Pr

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Surra + Mondo Podre @ Metalpoint 2018

 

Galeria completa AQUI
Fotografias de Luis Azevedo

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