Estas Tonne – A viagem em tons preto e prata

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Existem poucas certezas na vida, mas pelo menos duas estão certas…uma é a morte outra é a nossa incapacidade de não criar expectativas. Expectativas são naturais no ser humano, criamos mesmo que inconscientemente, e essa foi das poucas coisas que nos foi solicitada por Estas Tonne, que não a tivéssemos, que embarcássemos numa jornada com ele sem esperar nada, nem do músico, nem do homem, nem do som da guitarra. Uma noite sem expectativa que se tornou numa das noites mais expectantes que já vivi.

A noite na sala Preto e Prata do Casino do Estoril não era para danças ou conversas, mas o que faltou em convívio sobrou em experiencia. Foram minutos passados ao som de uma guitarra muito pouco convencional, entre sons mais arrojados e sensuais de flamenco, passando pelo suspirar das cordas suaves na mão do homem que até pode ter tentado fugir ao destino de se entregar à música, mas que na realidade nunca deixou de lhe pertencer.

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É extraordinário como um músico, uma guitarra, um palco e um pau de incenso conseguem calar uma sala praticamente cheia num sitio tão mundano como um casino, sim Estas até pode ser um cidadão do mundo, habituado a tocar em ruas e festivais empoeirados, descalço e ausente, mas é também um ser cativante e absorvente que nos prende, seja ele ao som da sua respiração, dos seus mantras cantados, do som das gotas de água que nos deixavam inspirar profundamente apenas para tornarmos a suster a respiração ao som da sua guitarra.

Não houve paragens, nem tempo para conversas, não houve setlist nem amenas cavaqueiras, houve música interrupta num concerto diferente. E nem sempre o diferente é mau, na noite do passado dia 9 de Outubro o diferente mostrou que pode ser tão bom, que nem a mais louca das expectativas o alcança.

O nosso obrigada a Working with Satya pela arrojada escolha e pela simpática forma como nos recebeu, foi um prazer trabalhar com vocês e espero sinceramente que voltemos a fazê-lo.

 

 

Texto de Paula Marques
Fotografias de Domingos Ambrósio

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Apresentação do album dos AMARTE – O Baile dos Teus Medos

 

Galeria completa AQUI
Fotografias de Luis Queiróz

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Back To Skull [ Foto Report ]

 

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Fotografias de Andreia Vidal

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Metallica – World wired Tour 2019

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1 DE MAIO – ESTÁDIO DO RESTELO (LISBOA)
1ª PARTE: GHOST E BOKASSA

Após terem esgotado, em apenas 6 dias, o concerto na Altice Arena realizado em Maio deste ano, os Metallica retomam a World Wired Tour em 2019, desta vez numa impressionante digressão de estádios e recintos ao ar livre, que começa em Portugal, no Estádio do Restelo, a 1 de Maio, e termina no dia 25 de Agosto, na Alemanha. Os convidados especiais Ghost e Bokassa asseguram a primeira parte de todos os concertos da digressão. As pré-vendas de Fã-clubes começam amanhã, terça-feira, 25 de Setembro, seguidas da pré-venda na FNAC a partir das 10h00 de quarta-feira, 26 de Setembro e do Spotify no dia seguinte, às 09h00. A partir de sexta-feira, 28 de Setembro, às 10h00, os bilhetes estarão à venda nos locais habituais.

Os 25 espectáculos da World Wired Tour acontecem em 20 países e incluem uma dúzia de cidades que os Metallica não visitaram na digressão anterior – como Milão, Zurique, Dublin, Berlim, Moscovo, Varsóvia, Bucareste e Gotemburgo -, que não visitam há muito tempo – como Bruxelas (onde não tocam desde 1988) -, ou em que actuam pela primeira vez – como Trondheim na Noruega, Hämeenlinna na Finlândia e Tartu na Estônia.

Com um itinerário destes, é natural que o Wherever I May Roam Black Ticket esteja de volta: dá acesso à plateia de todos os concertos nesta tour europeia de 2019, de A(msterdão) a Z(urique). Os titulares do Black Ticket precisam apenas de escolher o(s) programa(s) e fazer uma reserva on-line com até pelo menos 48 horas de antecedência. Um número limitado de 750 destes Black Tickets* estará disponível por 598 Euros (mais informações em CID Entertainment).

Como na maioria dos concertos dos Metallica, os bilhetes comprados nos pontos de venda oficiais para a Worldwired Tour incluem a oferta de um exemplar digital ou físico** do mais recente álbum da banda, “Hardwired… To Self-Destruct”. Os fãs serão informados sobre como receber o álbum, no momento da compra. No caso de já ter o disco é possível oferecê-lo. Detalhes completos de como pode oferecer o álbum serão fornecidos na página de requisição.

Os fãs terão também acesso ao download gratuito do MP3 do(s) espectáculo(s) a que assistiram, misturado e masterizado pela mesma equipa técnica de “Hardwired … To Self-Destruct”. Os downloads completos gratuitos podem ser obtidos digitalizando ou inserindo o código de barras do bilhete em LiveMetallica.com/scan.

Regressam também as opções de bilhetes com experiências especiais, em parceria com a equipa da CID Entertainment: há três opções, incluindo bilhetes premium e comodidades que vão desde o acesso antecipado ao estádio e ao museu itinerante “Memory Remains”, até ao convívio com membros da banda (veja toda a informação sobre os pacotes em CID Entertainment).

HORÁRIOS

Abertura Portas: 17h00
Bokassa: 19h00
Ghost: 20h00
METALLICA: 21h30

Evento: Prime Artists

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Casaínhos Fest, mais um ano em família

Se há festival que faça palpitar o coração de qualquer adepto do underground português, esse festival é o Casaínhos Fest. Poucos cartazes conseguem juntar num único dia tamanha diversidade, e este ano não só se comprometeram em apresentar um cartaz de luxo como ainda o conseguiram fazer contando apenas (e bem!) com bandas nacionais.

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Take Back

Foi então numa escaldante tarde de Setembro que nos deslocámos até ao campo de futebol do S. C. Casaínhos para desfrutar daquela que seria a sétima edição do festival. Entre o que melhor se faz de metal e hardcore no nosso país, coube desde cedo aos Take Back subir ao palco e reforçar tudo aquilo que o longo dia ainda nos reservava.

Foi com uma energia interminável e uma alegria contagiante, como desde sempre a malta do Norte nos habituou, que o quinteto de São João da Madeira embalou os corajosos que já se encontravam no recinto. O hardcore dos Take Back não nos deu descanso, mas ainda assim revelava-se extremamente difícil arrancar os presentes de toda e qualquer sombrinha disponível.

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ContraSenso

Os ContraSenso acertaram-nos em cheio com o seu punk rock afiado, mesmo sem grande hipótese de pausa entre bandas, sobrando apenas uns minutos para recolher mais uma fresquinha. A banda da Bobadela está neste momento em tour e apresenta-se na sua melhor forma. A boa disposição marcou a actuação e sem dúvida que a setlist escolhida em muito contribui para instigar os primeiros movimentos.

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Infraktor

Para causar alguma instabilidade nas hostes, víamos subir a palco uma banda de thrash metal, com um álbum lançado no início deste ano. Os Infraktor vieram de Santa Maria da Feira, com o seu “Exhaust” e sem qualquer receio de fazer jus ao título do álbum, uma vez que foram a primeira banda a conseguir arrancar alguns movimentos mais aguçados do público.

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Artigo 21

Os Artigo 21, já nossos conhecidos também por serem naturais de Lisboa, provaram mais uma vez que o punk rock tinha chegado a Loures com uma enorme vontade de partir a loiça toda. Depois de um período mais tranquilo, por se encontrarem em estúdio para a gravação de um novo álbum, continuam a não deixar o caos (e pó!) por mãos alheias e brindaram-nos com uma excelente actuação.

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Backflip

Um dos nomes mais esperados do cartaz era sem dúvida Backflip, uma vez que a notícia da sua paragem por tempo indefinido foi recebida com bastante tristeza. Foi também com as melhores expectativas que recebemos este quinteto de Loures, já com dez anos de carreira. É impossível ficar indiferente à energia e simpatia da vocalista Inês Oliveira, que acabou por lançar um desafio ao público… com direito a prémio. Quem fizesse o melhor stage dive ganhava um artigo da banca de merchandising da banda, à escolha do vencedor. Foi entre agradecimentos sinceros e, claro, alguma nostalgia que abandonaram o palco, depois de se entoar um forte “never surrender” ao som de “Born Headfirst”.

Escusado será dizer que por esta altura já se levantava bastante pó, e com o aproximar da noite as temperaturas se tornavam bem mais convidativas a qualquer actividade.

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Viralata

A alegria da multidão (sim, multidão) seria logo de seguida assegurada pelos Viralata, que em muito se tem esforçado por manter o seu punk rock de qualidade pelos caminhos de Portugal, com inúmeros concertos por todo o país. A atitude irreverente e letras em português facilitam a enorme cumplicidade que se sente entre a banda e o público. Não importa quando, quantos ou onde, a verdade é que vamos ter sempre a maior parte dos presentes (mesmo aqueles que não conhecem a banda) a acompanhar refrões alto e bom som. Foram temas como “Zé Ninguém” e “Ivone” que motivaram as massas e garantiram que a aquela festa ainda tinha muito para render.

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Rasgo

Os Rasgo são sem dúvida um dos nomes que mais tinta tem feito correr nas redes sociais, magazines e outros tantos meios responsáveis pela divulgação de bandas nacionais. Depois de uma estreia em grande no concerto de Slayer, não dão qualquer sinal de querer abrandar. Datas de norte a sul, o seu thrash/crossover cantado em português e a dedicação e honestidade em palco garantem, sem dúvida, a fidelidade dos seus fãs, mas asseguram sobretudo a conquista de novos admiradores. Viram o seu horário de actuação atrasar devido a alguns problemas técnicos, o que viria prejudicar o tempo cedido a bandas de horário mais tardio, mas ainda assim em tudo se fizeram sentir os seus “Ecos da Selva Urbana”, entre outros temas.

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Hills Have Eyes.

De volta ao core, e já com um recinto (por vezes) assustadoramente cheio para aquilo a que estamos habituados, hasteava-se a bandeira de uma banda que se pode já considerar prata da casa: os Hills Have Eyes. Passados quatorze anos de carreira, este quinteto continua a representar lindamente o que de melhor se faz no metalcore português. A dedicação é bidireccional e ficou mais uma vez provada a relação inabalável entre a banda e o seu público. As vozes elevaram-se em temas como “Hold Your Breath” e “Strangers” e o movimento no recinto não revelava qualquer intenção de abrandar.

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Heavenwood

Na representação dos clássicos, sobretudo se tivermos em conta os seus 26 anos de carreira, chegavam de Vila Nova de Gaia os Heavenwood. Com todos os problemas técnicos, foram apanhados numa situação ligeiramente sofrida no que toca a voz e outros detalhes instrumentais. Ainda assim, o profissionalismo e atitude confiante não desfalcaram a banda e proporcionaram-se a todos os presentes temas marcantes e muitas (e boas!) e memórias. A parte vocal ficou novamente a cargo de, também ele já nosso conhecido de Equaleft, Miguel Inglês, que é bem capaz de agarrar até aqueles elementos mais cépticos da plateia. Temas como “The Empress” e “Frithiof’s Saga” fizeram as delícias dos fãs e mantiveram a fasquia bastante elevada.

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Bizarra Locomotiva

Já sem grande esperança de que se conseguisse recuperar o atraso, esperávamos ansiosamente pela subida da locomotiva ao palco. Na promessa de nos recompensar pela actuação interrompida naquele mesmo palco há dois anos, chegavam os Bizarra Locomotiva. Sem que seja necessário mencionar outra longa carreira do panorama nacional, acaba por se tornar indispensável mencionar a numerosa “escumalha” que ali se aglomerava, na ânsia de unir as suas vozes à de Rui Sidónio. Ficou novamente demonstrada a qualidade da banda em actuações ao vivo, que tão bem junta ao seu movimento o movimento dos seus fãs, e de tudo faz para merecer que temas como “Ego Descentralizado”, “Anjo Exilado” e o clássico “Escaravelho” se façam ouvir numa só voz.

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R.A.M.P.

Escusado será tentar justificar o facto de o encerramento de festas ficar a cargo dos R.A.M.P. Afinal, nem juntando mãos e pés conseguimos contar todos os anos de carreira desta banda. Desta feita subiram a palco com Pedro Mendes (W.A.K.O.) na guitarra e Apache Neto (Diabolical Mental State) no baixo, que em tanto contribuíram para que nos fossem entregues alguns dos melhores momentos da noite. Nem os problemas de som foram suficientes para deixarmos de sentir o recinto “a rebentar pelas costuras” e 30 anos de carreira são justificação suficiente para segurar até os corpos mais esgotados. A energia positiva e constante interacção de Rui Duarte com o público foram sem dúvida pontos altos e era palpável a enorme vontade de acompanhar alguns dos temas mais emblemáticos desta banda. Não faltaram temas como “Alone” ou “Hallelujah”, mas nem as mais fortes preces iriam permitir que o concerto se prolongasse. Foi com alguma tristeza que voltámos a ver a última banda daquele palco sofrer um encurtamento de alinhamento.

Mais um ano de Casaínhos, mais um ano em família. Um festival com braços, pernas e quiçá alguns membros extra para andar e crescer… bastante! Esta edição contou já com mais de mil pessoas e só podemos dizer-vos que estamos já em contagem decrescente para a oitava edição do festival.

Galeria Completa: AQUI
Reportagem de Andreia Teixeira
Fotografias de Andreia Vidal

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Back to Skull @ RCA Club a 29 de Setembro

xxxapada + sftdr

O grande evento de reentré está a chegar! Porque não há melhor forma de curar esta depressão pós-Verão que se teima em instalar que um evento repleto de boa música numa das melhores salas da capital! O “Back to Skull” é o resultado da união de forças entre a SFTD Rádio e o XXXAPADA NA TROMBA! Este evento terá lugar no próximo dia 29 de Setembro no RCA Club (Lisboa) e conta com a presença de quatro bandas nacionais da maior qualidade – Equaleft, HochiminH, Diabolical Mental State e All Against.

Ainda temos packs especiais de bilhete + t-shirt à venda por apenas 20 euros. Faz já a reserva aqui https://goo.gl/forms/3B8yrkKcpWyEm1RG3  ou por mail: reservas@sftdradio.com .O bilhete simples tem o custo de apenas 10 euros.

No dia o evento começa pelas 21:30! Até lá.

Sobre as bandas: 

ALL AGAINST

Os All Against são uma banda de Thrash metal da zona de Lisboa, estando o núcleo da banda junto desde o ano de 2015. Tendo já lançado o EP “Medusa” e 1 álbum ao vivo, estão neste a ultimar os detalhes do próximo EP, “Feed The Machine”, que irão mostrar no BACK TO SKULL 2018 e cujo tema de avanço “Strip You To The Bone” já foi revelado, tendo direito a videoclip:

DIABOLICAL MENTAL STATE 

Os Diabolical Mental State nasceram em Abril de 2011 em Lisboa e após alterações na sua formação inicial, a máquina engrenou e deram os primeiros concertos. Motivados pela excelente reacção por parte do público decidiram em Junho de 2014 entrar em  estúdio e gravar o EP de estreia “Basic Social Control” no UltraSoundStudios na Moita, ao que seguiu uma tour com cerca de 50 datas por todo o País. Em 2017 reduzidos a 3 elementos (Apache Neto, Isaac Ribeiro e Rafael Santos), decidiram continuar a composição do full lenght, ao qual durante este processo se juntou o novo vocalista (João Saraiva) para terminar o processo de composição. Em Fevereiro de 2018 voltaram aos Ultrasound Studios da Moita, onde finalizaram a gravação de “Diabolical World”, um álbum que promete trazer o já habitual Groovy Thrash Metal “do bairro” e ainda algumas surpresas que nos desafiam a ouvir…Entretanto com a formação novamente completa (com a chegada do guitarrista Gonçalo Assunção), chegam ao BACK TO SKULL 2018 para nos mostrar algumas novidades fresquinhas, cujo véu começou a ser desvendado no teaser do vídeo para a malha “Home Invasion

HO CHI MINH

Os HO CHI MINH são uma banda de Metal, proveniente de Beja, nascida em finais de 2001 pela iniciativa de João Ramos, cuja vontade de criar algo novo, aliada à intenção de imprimir na sua música um carácter marcadamente industrial, deram-lhes um som único, melodioso, veloz, futurista mas,acima de tudo poderoso e agressivo. A banda conquistou de imediato uma massa impressionante de admiradores, cuja devoção persistente foi, desde o início, recompensada: os poucos concertos levados a cabo nos anos de 2002 e 2003 geraram surpresa, pela originalidade e qualidade da música,tendo a banda sido premiada em vários concursos e actuado um pouco por todo o País. Nos anos que se seguiram, multiplicaram-se as aparições do grupo e intensificaram-se as actuações, o que teve eco junto do público, que cresceu e permaneceu dedicado. A primeira Demo de HO CHI MINH (edição de autor com quatro temas), foi lançada em finais de 2004 e rapidamente esgotou, tendo o primeiro álbum, lançado pela Raging Planet e Sons Urbanos saído em 2009. Depois de uma pausa, os HO CHI MINH voltaram em força em 2017 com o lançamento do EP “Shout It Out”, que trouxe de volta as influências e características deste colectivo. Depois de terem tocado por todo o país e de fazerem aberturas para algumas bandas internacionais os Ho-Chi-Minh lançam um novo EP “Ashes” já no dia 28 de Setembro em Beja, que o público lisboeta poderá ouvir ao vivo em primeira mão no BACK TO SKULL 2018. 

EQUALEFT

Os EQUALEFT são uma banda de groove metal do Porto/Gaia, nascidos em 2004 das cinzas de algumas bandas de metal locais. Apesar de algumas mudanças na formação nos primeiros quatro anos, desde o lançamento da sua primeira demo em 2008 que não deixaram mais de tocar ao vivo. O seu som equivale a metal combinado com uma dose massiva de groove, power e alguma melodia. Em 2014 lançaram o álbum estreia “Adapt & Survive” através da Raising Legends Records/Raging Planet Records. Tendo actuado em festivals como o SWR Barroselas Metalfesft, Hardmetalfest, Moita Metalfest, Vimaranes Metalium Fest, e mais recentemente no Laurus Nobilis Music Famalicão, tendo partilhado palco com bandas como Web, Holocausto Canibal, Heavenwood, The Haunted, Dew Scented, Grog, Dagoba, Pitch Black, tendo inclusivé feito a primeira parte do concerto dos Sepultura no Porto. Actualmente estão a ultimar o novo álbum, do qual podem ter já um pequeno vislumbre no BACK TO SKULL 2018, no que se espera mais um grande concerto destes nortenhos, dos quais Lisboa há muito aguarda o regresso.

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Xande na primeira parte dos dois concertos de Thirty Seconds To Mars

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O concerto de Thirty Seconds to Mars vai contar com Xande na abertura dos dois concertos dia 11 de Setembro no Forum Braga e 12 de Setembro na Altice Arena. Xande apresenta o seu novo projecto a solo depois da banda de que fez parte, More Than a Thousand. 

O músico lançou o seu EP de estreia “It is What is” gravado em Toronto, Canadá e foi editado em 2018 e apresenta 6 temas dos quais se destaca o primeiro single “We’re Bad News“.

Os Thirty Seconds of Mars, vêm a Portugal para apresentar o quinto álbum de estúdio “America” divulgado aos fãs no dia 06 de Abril. Esta que tem sido considerada uma das melhores bandas ao vivo de sempre, graças às suas emocionantes actuações ao vivo, prova dada uma vez mais na apresentação do primeiro single do novo disco, “Walk On Water”, na última edição dos MTV Vídeo Music Awards, com uma actuação absolutamente brilhante apresentada através da inovadora tecnologia de infravermelhos, com o convidado especial Travis Scott.

O grupo é composto por Jared Leto, Sannon Leto e Tomo Milicevic. Até à data já venderam mais de 15 milhões de álbuns e esgotaram arenas e estádios por todo o mundo. São detentores de vários prémios e elogios ao longo da carreia, incluindo doze MTV Awards e um Billboard Music Award. A banda é ainda recordista do Guiness com a mais longa digressão na história da música.

11 de Setembro || Forum Braga
Abertura de portas: 19h30
Início do espetáculo: 20h30

12 de Setembro || Altice Arena
Abertura de portas: 18h30
Início do espectáculo: 20h00

Fonte: Everything is New

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